OS DOIS DOENTES DA ENFERMARIA

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Certa vez, dois homens doentes estavam internados em um hospital, na enfermaria, que ficava no quinto andar do prédio.

Um deles ficava perto da janela e de vez em quando se sentava na cama. O outro, ao lado, não podia se movimentar nem se sentar. Vivia o tempo todo deitado.

O da janela contava para o colega o que ele via lá fora Senhoras com crianças andando na calçada, moças bonitas, crianças brincando na pracinha, patos nadando no lago, árvores, flores… O colega sorria e seus olhos brilhavam de contentamento. Os dois riam de satisfação.

Dias depois, o da janela recebeu alta, e o outro foi transportado em sua cama para perto da janela.

Quando ele ficou melhor, sentou-se na cama, curioso para ver as belezas lá fora.

Mas teve uma surpresa o que dava para ver da janela era apenas um enorme telhado, velho e feio. Foi aí que ele entendeu que o colega inventava tudo aquilo para diverti-lo e lhe dar um pouco de conforto na dor.

O cristão, mesmo doente, torna o ambiente onde está, mais alegre e gostoso de se viver, um prelúdio do Céu. Como é bom, como é agradável os irmãos viverem juntos e se amarem! (Sl 133,1).

Foto: OS DOIS DOENTES DA ENFERMARIA

Certa vez, dois homens doentes estavam internados em um hospital, na enfermaria, que ficava no quinto andar do prédio.

Um deles ficava perto da janela e de vez em quando se sentava na cama. O outro, ao lado, não podia se movimentar nem se sentar. Vivia o tempo todo deitado.

O da janela contava para o colega o que ele via lá fora Senhoras com crianças andando na calçada, moças bonitas, crianças brincando na pracinha, patos nadando no lago, árvores, flores... O colega sorria e seus olhos brilhavam de contentamento. Os dois riam de satisfação.

Dias depois, o da janela recebeu alta, e o outro foi transportado em sua cama para perto da janela.

Quando ele ficou melhor, sentou-se na cama, curioso para ver as belezas lá fora.

Mas teve uma surpresa o que dava para ver da janela era apenas um enorme telhado, velho e feio. Foi aí que ele entendeu que o colega inventava tudo aquilo para diverti-lo e lhe dar um pouco de conforto na dor.

O cristão, mesmo doente, torna o ambiente onde está, mais alegre e gostoso de se viver, um prelúdio do Céu. Como é bom, como é agradável os irmãos viverem juntos e se amarem! (Sl 133,1).
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