Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja

LITURGIA – SÃO PEDRO E PAULO.

30.06.2013.

“Tu és Pedro e sobre esta pedra

edificarei a minha Igreja”!

1.Introdução.

   Os católicos tiveram uma grata surpresa com a eleição de um Papa simpatico, santo e decidido a realizar sua missão de modo corajoso. O Espírito Santo, que fez esta escolha, dê-lhe energia e iluminação.

    O Papa  é humano , mas  não pode ser nem pode ser nem renovador e nem conservador! Ele deve ser fiel a Jesus Cristo e ao Evangelho por Ele ensinado, e a ele entregue desde o início da Igtreja Católica. Não nos preocupemos com a classificação que a imprensa lhe atribui. Ele é o Pastor de todos os discípulos de Jesus e a todos consolar na caminhada cristã.

     Ele estará entre nós nos próximos dias. Não virá trazer-nos novidades, mas o Evangelho de Jesus. Simplesmente isso, embora, ele deva ser atualizado na linguagem de nosso tempo. E como o Brasil precisa de uma  Palavra clara, objetiva e verdadeira! Temos mentiras demais em nossa  “Pátria amada, Brasil”!

2.Palavra de Deus.

   At 12,1-11 – Os conflitos previstos e anunciados por Jesus acontecem na vida de Pedro. É preso pela terceira vez e com segurança tal que Herodes podia esperar uns dias para entregá-lo à raiva e à exaltação popular. A Igreja reza insistentemente e Deus liberta o Pastor.

    2 Tm 4,6-8.17-18 – Paulo, acorrentado na prisão, faz uma revisão de sua vida: lutou como bom soldado e, agora, está pronto e colocado sobre o altar para o sacrifício. Pode iniciar a viagem de volta, quando Jesus lhe dará a recompense eterna.

    Como deve ser consolador olhar para trás e perceber que seguimos os passops de Jesus!

    Mt 16,13-19 – Jesus, caminhando numa região pagã e longe de Jerusalém, centro do poder politico, religioso e economic, apresenta seus ensinamentos antes de sua morte na Cruz!

   

3.Reflexão.

  • A festividade dos Apóstolos Pedro e Paulo é motivo de alegria e, ao mesmo tempop, de meditação. Alegria, pois, verificamos a vitória do Espírito Santo sobre a fraqueza humana, transformando os Pescadores em heróicas testemunhas de Jesus. Meditação, porque percebemos que a Igreja viveu o testemunho de Jesus no meio dos conflitos e longe dos poderosos; pelo contrário, foi perseguida pelos poderosos! Os conflitos foram anunciados por Jesus e eles reaparecem sempre que anunciamos a  sua “proposta revolucionária”.
  • Cercada de conflitos e de peserguições, a Igreja “não fica blasfemando”; pelo contrário, ela reza insistentemente e Deus manifesta seu poder libertando-a da morte. Nós estranhamos os conflitos e perdemos o bom hábito de rezar pela Igreja e por seus pastores. Rezamos pouco e procuramos proximidade com o poder social, religioso e politico! Com certeza, não estamos no caminho de Jesus!
  • Nos tempos de conflito precisamos aprofundar nossa fé em Jesus Cristo. Ele não é um “messias qualquer”! Ele é o “Filho de Deus vivo”! Certamente, vivemos num tempo de confusão na Fé, na Moral e nos Costumes…. Mas, vivendo  no “olho do furacão”,  interroguemo-nos com sinceridade: “Quem é Jesus Cristo para mim?”
  • Melhor conhece Jesus Cristo aquele que vive seus ensinamentos. Conhecer Jesus significa amá-lo e revestir-se de seus sentimentos. “Quem ama, imita!” diz Charles de Foucauld, místico e contemplative no deserto onde deu sua vida em favor dos Bérberes  africanos.

“Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo!”

 

Frei Carlos Zagonel

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