Apóstolos Eucarísticos – Defesa da Vida

O que é ser em defesa da vida?

É, antes de tudo, amar  a Deus, que é autor da Vida e respeitar cada vida por nascer, amando-a desde então.
Um pró-vida católico defende a vida desde a concepção até a morte natural e se posiciona sempre contra o aborto e a eutanásia em qualquer situação.
É ser a voz de muitos inocentes e indefesos que estão ainda no ventre materno, ou  a voz de inocentes e indefesos que estão ao nosso redor, como os idosos.
Mas, atualmente, nosso combate espiritual tem se concentrado mais intensamente na luta contra o aborto  e sua legalização/descriminalização.
Em um futuro bem próximo, se não nos posicionarmos como apóstolos de Jesus Misericordioso, estaremos vendo a eutanásia completamente permitida. Pois quem não respeita a vida por nascer, não respeitará  o idoso que necessita de cuidados e atenção.
Para isso, precisamos orar bastante e  evangelizar pessoas, formar pró-vidas católicos e praticantes, divulgar a presença de Jesus na Eucaristia e nos fortalecer na Fé,  com reuniões de formação e orientações sobre o Catecismo da Igreja Católica, Sagrada Escritura e o Diário de Santa Faustina.
O trabalho em defesa da vida está, pois, emparado na espiritualidade dos APÓSTOLOS EUCARÍSTICOS DA DIVINA MISERICÓRDIA (AEDM).
Os AEDM, no mundo todo seguem os mesmos objetivos; dentre estes está a oração pelo fim do flagelo do aborto no mundo.
Ou seja, todo AEDM, mesmo que realizando uma obra de Misericórdia específica, ora pelo fim desse flagelo. Algum grupo, no entanto, pode ter este trabalho específico: aconselhamentos e orientações para pessoas com a intenção de abortar.
Devemos também acolher mulheres que já abortaram e se arrependeram e apresentarmos à elas a Divina Misericórdia.
” Quanto maior o pecador, tanto mais direitos tem à Minha Misericórdia“( Diário, 598)
Devemos mostrar a elas que a vida existe dentro delas desde a concepção e que já existe a alma, o que só Deus pode infundir no ser.
Pedimos que ela aceite o filho e diga seu SIM , como N. Sra. disse ao aceitar seu filho, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Se for caso de adultério e ela está sendo pressionada a abortar, conversamos sobre o bebê , que não tem culpa de nada e não escolheu essa situação.
Devemos buscar ouvir a mulher ou o casal e identificar o que está sendo necessário naquele momento para que aquela vida seja salva e a da mulher também, pois muitas podem vir a morrer no procedimento do aborto, além de carregar consigo a culpa por toda a sua vida. Inúmeros são os casos de depressão pós-aborto, suicídios, transtornos de comportamento, baixa-estima, infertilidade etc..
Há mulheres que praticaram abortos a anos atrás e relatam que ouvem o choro do bebê no lixo todo dia.

No link testemunho† deste site divulgamos os êxitos e as múltiplas bençãos que presenciamos desde o início dos trabalhos em defesa da vida, com a ação Misericordiosa de Deus.
Muitos bebês foram salvos do assassinato com dia e hora marcados, e as mães hoje estão felizes e agradecidas pela nossa fraterna intercessão e ajuda. O pró-vida católico precisa divulgar e incentivar em suas paroquias e comunidades que um maior numero de casais de noivos tenham acesso às informações sobre os métodos naturais que a Igreja ensina e aprova.
Podemos tentar engajar a gestante em cursos profissionalizantes.
Podemos orientar quanto aos sacramentos.

http://www.misericordia.org.br/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=20&Itemid=142

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