A creche e Maria, a maior educadora da Historia

 

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Hoje em Salto Grande no Bairro Bomba d’Água, perto da Capela São José Marello, foi inaugurada uma nova creche no nome do Prof. Odair José dos Santos. Convidado para dar a benção me lembrei que Maria como “a maior educadora da História” tem muitas coisas a lembrar e ensinar para as mães das crianças, que na creche encontrará um ambiente e contexto de grande ajuda pedagógica, e para todas as educadoras.

Antes da inauguração foi bem lembrado o papel educativo da escola, a beleza da obra realizada e o exemplo maravilhoso que o prof. Odair deixou na Comunidade salto-grandense. Emocionante ouvir ex alunos testemunhar a preciosidade dos ensinamentos recebido.

Antes da benção lembrei do Pe. Antonio Gerolamo que mais de 15 anos atrás construiu um barracão naquele bairro para consentir a Pastoral da Criança de cuidar das mães e das crianças 0-7 anos. A creche vai cuidar de 0-3 na primeira etapa e 0-5 depois. Aquele gesto profético do padre de criar um ponto de referencia naquele lugar distante do centro da cidade hoje está tendo uma maravilhosa continuidade na atenção aos mais pequenos, isto é o futuro de Salto Grande.

As passagens do evangelho de Mateus 5, 13-16 e 11, 25-30 sustentam atitudes dos cristãos no compromisso educativo que abraça a vida inteira de cada ser humano.

Que todos e todas possamos encontrar em Maria os princípios básicos de uma nova sociedade e em Jesus “O Caminho, a Verdade e a Vida !”

Desde que ganhei o livro do Cury, grande presente do meu amigo o Pr. João C. Machado da Congregação Brasil para Cristo, tive varias oportunidades de pregar um ou outro aspecto da vida de Nossa Senhora que, sem duvida, ajuda na compreensão da vida e Missão de Jesus. Uma rica reflexão a do Cury que faz honra a ação educativa de cada mãe.

O texto de Augusto Cury apresenta dez princípios “que Maria utilizou para educar o menino Jesus”. 

Pe. Giovanni

Agora o texto se encontra on line como arquivo pdf e isso facilita a leitura.

O arquivo ao link http://www.visionvox.com.br/biblioteca/m/Maria,A-Maior-Educadora-que-J%C3%A1-Existiu-AugustoCury.pdf

A introdução ao texto.

UMA CANDIDATA PARA A MAIS COMPLEXA TAREFA

Educar é viajar pelo mundo do outro sem nunca penetrar nele. É usar o que passamos para nos transformar no que somos.

O melhor educador não é o que controla, mas o que liberta. Não é o que aponta os erros, mas o que os previne. Não é o que corrige comportamentos, mas o que ensina a refletir. Não é o que enxerga o que é tangível aos olhos, mas o que vê o invisível. Não é o que desiste facilmente, mas o que estimula sempre a começar de novo.

O excelente educador abraça quando todos rejeitam, anima quando todos condenam, aplaude os que jamais subiram no pódio, vibra com a coragem de disputar dos que ficaram nos últimos lugares. Não procura o seu próprio brilho, mas se faz pequeno para tornar seus filhos, alunos e colegas de trabalho grandes.

O excelente mestre não é o que mais sabe, mas o que mais tem consciência do quanto não sabe. Não é o viciado em ensinar, mas o mais ávido em aprender. Não é o que declara os seus acertos, mas o que reconhece suas próprias falhas. Não é o que deposita informações na memória, mas o que expande a maneira de ver, de reagir e de ser.

Educar é a tarefa intelectual mais fascinante e, ao mesmo tempo, a que mais revela nossa impotência. Se educar uma criança ou adolescente é uma incumbência dificílima, imagine educar a criança mais instigante que pisou nesta terra, o menino Jesus?

Que educador daria conta dessa missão? Desde pequeno ele era especialista em perguntar. Questionava, indagava, queria saber tudo. Quem estaria intelectualmente preparado para educar aquele que se tornaria o Mestre dos mestres? Que pais? Que universidade? Que teólogos? É tão fácil errar nessa área. É tão fácil transmitir nossos traumas, inseguranças, medos, manias para nossos filhos e alunos.

Havia milhares de candidatos. Mas uma jovem destacou-se diante do olhar clínico apuradíssimo do Autor da existência. Seu nome: Maria. Maria é a forma helenizada do nome hebraico Miriã.

Mas é estranho. Maria aparentemente era frágil, muito jovem e inexperiente. O que ela tinha de tão especial do ponto de vista psiquiátrico, psicológico e psicopedagógico?

E mais estranho ainda. Antes de iniciar sua arriscadíssima e dificílima missão, ela previamente recebeu a notícia de que se tornaria a mais elogiada mulher da História. Receber o trofeu antes de iniciar a corrida não contaminaria de orgulho o esportista? Não o distrairia da sua meta e frustraria sua jornada? Por que foi depositada nela tanta confiança?

Sob o olhar da ciência é possível vislumbrar que muitas coisas no relacionamento de Maria com o Deus Altíssimo e com o menino Jesus romperam o cárcere da rotina. Foi inusitado.

Por que o Deus Todo-Poderoso descrito na Bíblia não escolheu um grupo de notáveis intelectuais entre os escribas e fariseus para educar seu filho? Por que não incumbiu uma casta de sacerdotes judaicos, que conhecia os rituais religiosos, para educar o menino Jesus? Por que não escolheu especialistas em filosofia grega para formar o homem que dividiria a História?

Uma adolescente foi escolhida. Não era rica, não pertencia a uma linhagem de alta classe e ainda por cima morava numa região socialmente desprezada, a Galiléia. Que segredos possuía essa jovem no tecido intrínseco da sua inteligência que conquistou aquele que se diz ser Onisciente, que conhece todas as coisas? Sua escolha foi ao acaso ou criteriosa?

A MAIS ELOGIADA MULHER, A MENOS CONHECIDA

Gastei um tempo significativo, dentro das minhas limitações, como psiquiatra, psicoterapeuta e pesquisador da psicologia, a estudar a personalidade de Maria. Debrucei-me nos detalhes das suas reações relatadas nas biografias de Jesus, os chamados Evangelhos, em varias versões. Procurei não me ater a textos sem credibilidade histórica.

Muitos cristãos não sabem que Maria é a única mulher exaltada no Alcorão, o texto sagrado do islamismo. Inúmeras pessoas exaltam Maria diariamente, mas não percebem que as áreas mais íntimas da sua personalidade permanecem desconhecidas. Raramente alguém saiu da esfera religiosa e procurou investigar seu intelecto.

Ao ler este livro, os leitores devem ter em mente que não estudaremos o aspecto teológico ligado a Maria, pois ela esteve e está no centro de uma grande polêmica religiosa entre centenas de milhões de católicos e protestantes. Os católicos exaltam Maria, enfatizam sua espiritualidade. Os protestantes, pelo menos a maioria, embora a respeitem, não a valorizam adequadamente.

Este livro respeita toda e qualquer religião. Entretanto, não enfoca a visão católica, a protestante ou qualquer outra crença. É um livro que analisa o lado humano de Maria, sua personalidade, sua inteligência, seu fantástico papel como educadora, sua capacidade de superar as intempéries da vida e de proteger sua emoção. Não tem uma visão teológica ou religiosa, mas a percepção de alguns ângulos da psiquiatria, da psicologia, da filosofia e da pedagogia.

Maria foi escolhida por elementos intelectuais ou espirituais? Muitos valorizam os aspectos espirituais, mas sem suas características intelectuais seria preterida.

Se fosse uma mulher frágil, assaltada pelo medo e pelo estresse, teria condições de educar o filho de Deus, cuja história foi pautada por frustrações e rejeições? Se fosse insegura e superprotetora, não teria ela afetado o território da emoção do menino? Se amasse o exibicionismo e não a discrição, seu processo educacional não seria um desastre?

Em tempos atuais em que a educação mundial, do ensino fundamental à universidade, está formando uma massa de jovens que não pensam criticamente nem sabem lidar com desafios existenciais, estudar a mulher que foi incumbida de educar o menino Jesus oxigena nossa inteligência.

Não entrarei na esfera da fé, embora seja impossível não analisar textos ligados a Maria, principalmente os ligados à concepção de Jesus, que não entrem nessa área. Toda

vez que abordar esses pontos devemos estar cientes de que crer neles depende da consciência de cada leitor.

Pouquíssimos elementos confiáveis revelam a psique de Maria, mas o pouco que existe é de grande significado. Algumas perguntas sobre ela jamais serão respondidas. Outras terão respostas incompletas, mas as que encontraremos poderão nos fascinar.

Desenvolverei este texto a partir da pesquisa dos dez princípios que Maria usou consciente ou espontaneamente na educação de Jesus. Esses princípios a transformaram, na minha opinião, na maior educadora da História, bem como na mais fascinante das mulheres.

É provável que a Maria que descreverei nos deixe atônitos. É presumível que sob os olhos da pesquisa ela seja mais complexa, sábia, serena, intrigante e interessante do que muitos católicos, protestantes, bem como islamitas, jamais imaginaram.

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